quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Alexandre Henrique²






'Foi uma Maneira Diferente de como eu encontrei você!
Eu nunca pensei que uma Pessoa assim tão distante...Mudaria completamente
minha forma de Pensar, de agir...
Ultimamente é você que deixa as minhas noites mais alegres...
Pra mim é algo novo..
inexplicavel...
Eu nao tenho palavras pra explicar o que a nossa Amizade esta se Tornando!
Mais do que eu tenho Certeza é algo bom de se sentir!
Algo que talvez eu nunca tenha sentido antes...
Sinto a tua é Algo que eu Não queria sentir!


PS: N vejo a Hora de te Ter Aqui!

'Amor não é se envolver com a pessoa perfeita,
aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.'

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

'Arthur Gomes






Clarice Lispector



Não é que fôssemos amigos de longa data. Conhecemo-nos apenas no último ano da escola. Desde esse momento estávamos juntos a qualquer hora. Há tanto tempo precisávamos de um amigo que nada havia que não confiássemos um ao outro. Chegamos a um ponto de amizade que não podíamos mais guardar um pensamento: um telefonava logo ao outro, marcando encontro imediato. Depois da conversa, sentíamo-nos tão contentes como se nos tivéssemos presenteado a nós mesmos. Esse estado de comunicação contínua chegou a tal exaltação que, no dia em que nada tínhamos a nos confiar, procurávamos com alguma aflição um assunto. Só que o assunto havia de ser grave, pois em qualquer um não caberia a veemência de uma sinceridade pela primeira vez experimentada.

Já nesse tempo apareceram os primeiros sinais de perturbação entre nós. Às vezes um telefonava, encontrávamo-nos, e nada tínhamos a nos dizer. Éramos muito jovens e não sabíamos ficar calados. De início, quando começou a faltar assunto, tentamos comentar as pessoas. Mas bem sabíamos que já estávamos adulterando o núcleo da amizade. Tentar falar sobre nossas mútuas namoradas também estava fora de cogitação, pois um homem não falava de seus amores. Experimentávamos ficar calados — mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separarmos.

Minha solidão, na volta de tais encontros, era grande e árida. Cheguei a ler livros apenas para poder falar deles. Mas uma amizade sincera queria a sinceridade mais pura. À procura desta, eu começava a me sentir vazio. Nossos encontros eram cada vez mais decepcionantes. Minha sincera pobreza revelava-se aos poucos. Também ele, eu sabia, chegara ao impasse de si mesmo.

Foi quando, tendo minha família se mudado para São Paulo, e ele morando sozinho, pois sua família era do Piauí, foi quando o convidei a morar em nosso apartamento, que ficara sob a minha guarda. Que rebuliço de alma. Radiantes, arrumávamos nossos livros e discos, preparávamos um ambiente perfeito para a amizade. Depois de tudo pronto — eis-nos dentro de casa, de braços abanando, mudos, cheios apenas de amizade.

Queríamos tanto salvar o outro. Amizade é matéria de salvação.

Mas todos os problemas já tinham sido tocados, todas as possibilidades estudadas. Tínhamos apenas essa coisa que havíamos procurado sedentos até então e enfim encontrado: uma amizade sincera. Único modo, sabíamos, e com que amargor sabíamos, de sair da solidão que um espírito tem no corpo.

Mas como se nos revelava sintética a amizade. Como se quiséssemos espalhar em longo discurso um truísmo que uma palavra esgotaria. Nossa amizade era tão insolúvel como a soma de dois números: inútil querer desenvolver para mais de um momento a certeza de que dois e três são cinco.

Tentamos organizar algumas farras no apartamento, mas não só os vizinhos reclamaram como não adiantou.

Se ao menos pudéssemos prestar favores um ao outro. Mas nem havia oportunidade, nem acreditávamos em provas de uma amizade que delas não precisava. O mais que podíamos fazer era o que fazíamos: saber que éramos amigos. O que não bastava para encher os dias, sobretudo as longas férias.

Data dessas férias o começo da verdadeira aflição.

Ele, a quem eu nada podia dar senão minha sinceridade, ele passou a ser uma acusação de minha pobreza. Além do mais, a solidão de um ao lado do outro, ouvindo música ou lendo, era muito maior do que quando estávamos sozinhos. E, mais que maior, incômoda. Não havia paz. Indo depois cada um para seu quarto, com alívio nem nos olhávamos.

É verdade que houve uma pausa no curso das coisas, uma trégua que nos deu mais esperanças do que em realidade caberia. Foi quando meu amigo teve uma pequena questão com a Prefeitura. Não é que fosse grave, mas nós a tomamos para melhor usá-la. Porque então já tínhamos caído na facilidade de prestar favores. Andei entusiasmado pelos escritórios de conhecidos de minha família, arranjando pistolões para meu amigo. E quando começou a fase de selar papéis, corri por toda a cidade — posso dizer em consciência que não houve firma que se reconhecesse sem ser através de minha mão.

Nessa época encontrávamo-nos de noite em casa, exaustos e animados: contávamos as façanhas do dia, planejávamos os ataques seguintes. Não aprofundávamos muito o que estava sucedendo, bastava que tudo isso tivesse o cunho da amizade. Pensei compreender por que os noivos se presenteiam, por que o marido faz questão de dar conforto à esposa, e esta prepara-lhe afanada o alimento, por que a mãe exagera nos cuidados ao filho. Foi, aliás, nesse período que, com algum sacrifício, dei um pequeno broche de ouro àquela que é hoje minha mulher. Só muito depois eu ia compreender que estar também é dar.

Encerrada a questão com a Prefeitura — seja dito de passagem, com vitória nossa — continuamos um ao lado do outro, sem encontrar aquela palavra que cederia a alma. Cederia a alma? Mas afinal de contas quem queria ceder a alma? Ora essa.

Afinal o que queríamos? Nada. Estávamos fatigados, desiludidos.

A pretexto de férias com minha família, separamo-nos. Aliás ele também ia ao Piauí. Um aperto de mão comovido foi o nosso adeus no aeroporto. Sabíamos que não nos veríamos mais, senão por acaso. Mais que isso: que não queríamos nos rever. E sabíamos também que éramos amigos. Amigos sinceros.



("Felicidade Clandestina", 1998)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

'Mulher Espetacular


Mulher Espetacular

Mulher espetacular você é um perigo para a sociedade
Por você os homens roubam, os homens matam e faltam com a verdade,
Ficam tontos, perdem rumo e visada da baliza,
Ficam bobos e lambem o chão que você pisa.

E diante dessa flor de imagem nítida,
Ficam felizes como um beija-flor no hibisco
Com vontade de cair, de se afogar, de correr riscos
De gritar como dementes, de se afogarem em dívidas.

Por você que é essa mistura de pimenta e de colírio
Os homens bebem, os homens cheiram: choram como bebês pelos cantos,
Esquecem a mãe com câncer e o aniversário do filho
E acham que essa vida dura não passa de um acalanto.

Por isso, mulher espetacular, o seu crime é consumado
Ali previsto no artigo, na alínea e no inciso,
Mas com um cruzar de pernas e um simples sorriso
Seu perdão é imediato, transitado em julgado.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Recomendo...




'Trecho selecionado:

"Escrever um diário é uma experiência realmente estranha para alguém como eu. Não somente porque nunca escrevi nada antes, mas também porque acho que ninguém se interessará, nem mesmo eu, pelos pensamentos de uma garota de treze anos. Bom, não importa. Tenho vontade de escrever, e tenho uma necessidade ainda maior de tirar todo tipo de coisa do meu peito.

'O papel tem mais paciência que as pessoas'. Pensei nesse ditado num daqueles dias em que me sentia meio deprimida e estava em casa, sentada com o queixo apoiado nas mãos, chateada e inquieta, pensando se ficaria ou sairia. Finalmente fiquei onde estava matutando. É, o papel tem mais paciência, e como não estou planejando deixar que ninguém mais leia esse caderno de capa dura que geralmente chamamos de diário, a não ser que algum dia encontre um verdadeiro amigo, isso provavelmente não vai fazer a menor diferença." (pgs. 15 e 16)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

'Pipolho" *-*


' CEARÁ tu es Minha Paixão!



Rafael & Alyne!
'Amigos Sempre...!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Meus brinquedos




'Meus brinquedos

De repente
Ao lembrar dos brinquedos queridos
Que ficaram esquecidos
Dentro do armário
Me bate uma saudade
Me bate uma vontade
De voltar no tempo
De voltar ao passado
Mas nada acontece
Nada parece acontecer
E eu choro
Choro como o bebê que fui
E a criança que quero voltar a ser
Não quero crescer!

'Recomeçar


'Como se já não bastasse você ainda me procura...
Pra falar de coisas que pra mim não existe mais...
É tudo Passado!
O que ficou ..FICOU...Não a mais tempo para Recomeçar...
Colocar os Pingos nos 'Is' e fingir que nunca aconteceu nada...
Que como você mesmo diz...Que tudo é uma Fase da Qual todos Nos teremos que passar...
Mais nisso eu nem sei se devo acreditar...
Ja tive Noites mal dormidas...
Lagrimas o suficiente derramadas...
Dias que pareciam não ter Fim!
Não sei se o sofrimento acabou...ou se ele apenas esta se acalmando dentro de mim...
Mais Meus pensamentos HOJE são Diferentes...
Eu quem o Diria..??
Esta assim...De bem com a Vida sem ter você por perto!


É ruim Não saber como foi o seu Dia...
é ruim...Não saber os Seus novos Planos...
é ruim...Não Fazer mais Parte Deles!!!


Mais Mesmo assim...Vou vivendo e Aprendendo cada Vez Mais...!!!



'Hoje é Um Triste Fim...Mais amanha será um Belo Começo!
'Alyne Gomes

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

'Descontrair

Estavam reunidas, a Sininho, a Fiona e a Angelina Jolie, na Disney, jogando conversa fora....
Aí a Sininho disse:
- 'Eu sou a menor fadinha do mundo!!!'
A Fiona revidou:
- 'Sou a ogra mais feia do planeta!!!'
E a Angelina Jolie finalizou: - 'Sou a mulher mais linda, inteligente e maravilhosa do mundo!!!'
Mas elas queriam que isso fosse comprovado...
Pegaram o Guiness Book...
A Sininho abriu na página 873...e realmente estava lá:
- Sininho, A Menor Fada Do Mundo....todos ficaram impressionados.........
A Fiona pegou o livro, abriu na página 585 e estava lá escrito:
- Fiona, A ogra mais feia do mundo . 'OOOOOHHHHH'
Por último, a Angelina Jolie pegou o livro, abriu na página 25...
depois de alguns minutos de silêncio e uma cara de fúria, (PRATICAMENTE NUM ATAQUE DE NERVOS), ela gritou:........

mas quem é .......Alyne Gomes??!!




quinta-feira, 19 de agosto de 2010

No Melhor Lugar...




'Tudo é relativo
Quando te fazer feliz
Me faz feliz
Se a história for
Sempre assim
Melhor prá mim..'
(:

'O dia passa, eu ja nem sei o que pensar
No que se foi, e porque sera
Estava tão certo a velha história se foi
Nunca mais podia deixar para depois
Tempos passados que nunca vão voltar
E nunca espere um dia me ver chorar.
Tendo na mente, um só lugar, esperando um dia (Te ver chorar)
O lugar que me viu um dia eu sorrir
Agora me ve, tentando fugir
Fugir pra bem longe, sem ninguém saber
E nunca pensar que um dia me fez chorar...'

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Uma Princesa...


Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!


Luís Fernando Veríssimo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

'Saudades





'Estou com saudade de você

' Boii da Cara Preta :D




'Saiii daquii Boii da Cara Preta!

' zecaaa







'Eu busco às vezes nos detalhes encontrar você,
O tempo já não passa, só anda pra trás,
Me perco nessa estrada não aguento mais....

terça-feira, 3 de agosto de 2010



Te Amoo Tiia!
s2



Te Amoo DeDe!
:)
s2



'Thiagooo
Vê se briga Menos viiu?
kkkkº
Felicidades
Lina e Thiago!
:)

' É inexplicavel...Mais eu sinto saudades Prima!
Angelina!
s2

Saudades Doii
e como doii!
:(
Amo ocês Primas...e sempre vou Amar!
Angelina & Andrelina!
s2

Eu me lembro sempre onde quer que eu vá
Só um pensamento em qualquer lugar
Só penso em você
Em querer te encontrar
Lembro daquele beijo que você me deu
E que até hoje está gravado em mim
E quando a noite vem
Fico louca pra dormir
Só pra ter você nos meus sonhos
Me falando coisas de amor
Sinto que me perco no tempo
Debaixo do meu cobertor
Eu faria tudo pra não te perder
Assim
Mas o dia vem e deixo você ir

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' Eu..

Minha foto
Fortaleza, Ceará, Brazil
Não sou perfeita não. Falo alto, dou gargalhadas, às vezes sento de pernas abertas. Meu tênis está sujo, tenho preguiça de lavá-lo, assim como não tenho paciência para arrumar as minhas meias. Durmo de qualquer jeito, não tiro a maquiagem e acordo parecendo um panda. Choro, faço escândalo, brigo e falo palavrões. Fico angustiada, e quando estou assim, ninguém me suporta. Sou um tanto exigente, reclamo demais da minha vida e ainda sou do contra. Minto e me arrependo. Posso ser bastante grudenta ou muito fria. Sou assim mesmo, da cabeça aos pés. Um produto com defeito, que adora comer o resto do chocolate que ficou na panela e acha que comer melancia com as mãos é melhor. Ciumenta, exagerada, dramática. Não sou perfeita, não.

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